terça-feira, 21 de agosto de 2012

Década de 30

Contexto histórico e Social

Por Jéssica Lima

           A década de 30 foi uma das épocas mais sangrentas de toda a história mundial. Nos Estados Unidos, Franklin Roosevelt dava inicio ao New Deal, o plano de recuperação econômica após a quebra da bolsa de Nova Iorque em 1929.
Nesse mesmo período, Adolf Hitler tornou-se chanceler na Alemanha e deu inicio ao genocídio do que ele chamava de "raças inferiores", em especial os judeus. A partir dai iniciou-se a Segunda Guerra Mundial em 1939, que sucedeu à Guerra Civil da Espanha (1936 à 1939).
Os movimentos totalitários começam a aparecer também em outros países europeus, com Mussolini na Itália, Salazar em Portugal, Francisco Franco na Espanha e Stálin na União Soviética, além de Hitler na Alemanha. Por isso muitos historiadores denominam esse período como a pior década do século XX, já que começou com a Grande depressão - Crise de 29 - e terminou com a segunda grande guerra.
No Brasil ocorreu a revolução de 1930, que foi um movimento armado liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que chegou ao auge com o Golpe de Estado de 1930 depondo o presidente da república Washington Luís em 24 de outubro de 1930 e impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes. Em 3 de novembro de 1930, Getúlio Vargas assumiu a chefia do "governo Provisório" marcando o fim da República Velha.
Em novembro de 1937, chega ao fim a política do café-com-leite e tem inicio o Estado Novo. Ao longo do restante da década não seriam realizadas eleições no país (as eleições só voltaram com o fim do Estado Novo em 1945).





Arquitetura

Por Lorena Sampaio

           Não foi só na política que a década de 1930 foi marcada por guerras e manifestações. Na arquitetura também acontecia uma revolução nos estilos, cores e formas, que culminaram em novos traços e descobertas. As principais edificações desse período são um reflexo da luta pelo poder. Algumas eram grandiosas e desenvolvidas com materiais nobres, como ouro, jade e marfim. Nas construções comerciais havia muitas características do Art Decó, movimento marcado por linhas retas ou circulares, formas geométricas e design abstrato.
Outro processo que marcou a época foi a verticalização das cidades. São Paulo e Rio de Janeiro ganharam arranhas-céus desenvolvidos com estrutura de concreto armado ou aço, amplos panos de vidro e um repertório de elementos como pilotis, terraços e misturas de cores vibrantes com neutras. 
A década também foi importante para a consolidação dos valores e princípios modernistas, que estavam em desenvolvimento há muito tempo - tendo como figura central o arquiteto francês Le Corbusier, um dos criadores do CIAM (Congresso internacional de arquitetura moderna) - em decorrência da industrialização e inovações tecnológicas resultantes da Revolução Industrial.
O Movimento foi adotado por Getúlio Vargas logos após a Revolução de 1930 como arquitetura oficial do seu governo, pois o presidente queria veicular sua ideologia populista de progresso. A primeira construção de destaque foi a sede da Associação Brasileira de Imprensa, projetada em 1935 por Marcelo e Milton Roberto, com 11 andares.
É nesse momento que começam a surgir os modernistas, como Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Rino Levi e Gregori Warchavchik. E é com essa mistura de movimentos, formas e ideologias que a arquitetura da década de 1930 entra para a história - e contribui muito para o que viria nas próximas décadas.
Em âmbito mundial, o período de cerca de 20 anos entre as duas guerras mundiais foi de ruptura entre o ecletismo e a arquitetura moderna. Nomes como Le Corbusier e Frank Lloyd Wright deram suas contribuições e apresentaram ao mundo o charme das construções marcadas por linhas retas e minimalistas. Os volumes eram prismáticos, havia legibilidade estrutural e paredes envidraçadas que permitiam uma leitura de como era a ocupação interior.





Pintura

Por Isis Purificação

           A crise econômica mundial da década de 30 ocorria simultaneamente com a entrada de Vargas na presidência do Brasil, e isso influenciou na produção artística que entrou numa nova fase, em relação a sua temática. Todo o sentimento triste que atingia os operários e trabalhadores rurais foi retratado nas telas dos pintores. Além disso, as festas populares e o cotidiano das cidades também eram expressos pelos artistas em seus quadros. 
A Semana de Arte Moderna também influenciou a pintura, trazendo novas tendências que se consolidaram fortemente. Porém, o público que freqüentava as exposições se colocava em oposição às novidades trazidas pelos pintores. E essa resistência desestimulou os artistas brasileiros, pois não tinham nenhum apoio em suas críticas.

Os artistas de destaque desta época são:

Tarsila do Amaral, que de principio realizava as suas pinturas criticando a plástica de antropofagia, mas como suas obras eram muito recusadas, mudou o seu costume para que fosse aceita e compreendida pelo público; 
Anita Malfatti, que após ser criticada por Monteiro Lobato começou a pintar telas relacionadas ao folclore; 
Vicente do Rego Monteiro, artista brasileiro de grande sucesso no exterior, porém quando retornou ao Brasil apresentando seus trabalhos, não foi reconhecido, sendo assim, decidiu montar um engenho de produção de pinga Guaratá, abandonando a pintura. 

           Alguns artistas deixaram de lado as suas determinações modernistas para serem aceitos pelo público, mas não foram todos que fizeram esta escolha, como é o caso do pintor Flavio de Carvalho, que com seu estilo expressionista criou os Salões de Maio em 1937, com o intuito de obter partidários modernistas. 


Produto

Por Paula Fernanda Kinoshita

           Desde o início do século, os designers vinham testando os efeitos da dinâmica dos corpos na água e no ar, com base em estudos sobre a forma e o movimento de peixes e pássaros, descobriu-se que barcos e aviões podiam ser mais eficientes se tivessem o nariz e a fuselagem polidos. Em 1934, a Chrysler lançou o seu novo carro aerodinâmico, o Airflow. No entanto, sendo um sucesso de engenharia, contribuiu muito para a aplicação da aerodinâmica ao design de carros, preparando o caminho para que designers como Ferdinand Porsche criassem seus carros esporte aerodinâmicos. O surgimento de novos materiais, como a baquelita, uma espécie de plástico maleável, aliada ao novo conceito de modernidade, relacionada à aerodinâmica, fez surgir um novo design, aplicado a vários objetos e eletrodomésticos. A baquelita também foi amplamente utilizada para a fabricação de jóias leves, inspiradas em temas do momento. Raymond Loewy foi um dos designers mais bem-sucedidos dos Estados Unidos. Ele foi responsável pela remodelagem de diversos produtos, como a embalagem dos cigarros Lucky Strike e o logotipo da Shell. Alvar Aalto e Marcel Breuer foram outros importantes nomes do design da década de 30. Eles fizeram experiências com novas formas de madeira processada industrialmente, como a compensada.


Moda 

Por Isabela Boaventura

           A década de 30 foi um período entre-guerras, marcado pela Depressão de 1929. Um momento de crise, que se reflete na moda tornando o visual de homens e mulheres mais sóbrio, porém não menos sofisticado. A mulher dos anos 30 redescobriu as suas formas, sem grandes ousadias, mas com elegância e leveza. Afastou-se do estilo menina, tornando-se uma mulher refinada. Esta década redescobriu e valorizou os contornos do corpo feminino. As formas eram marcadas, porém naturais. A silhueta ganhou mais curvas e o busto novamente é valorizado, com a utilização do sutiã e um tipo de cinta flexível. As saias ficaram longas e oscabelos cresceram um pouco em relação à década anterior, tornando-se médios e geralmente com ondulações. Outras características presentes no vestuário da época, eram o corte no viés, os ombros destacados e os comprimentos mi-molets, justos ou retos, com corte godé ou evasé. A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite. A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres. Aliás, o cinema foi o grande referencial de disseminação dos novos costumes. Hollywood, através de suas estrelas, como Katharine Hepburn e Marlene Dietrich, e de estilistas, como Edith Head e Gilbert Adrian, influenciaram milhares de pessoas. Alguns modelos novos de roupas surgiram com a popularização da prática de esportes, como o short, que surgiu a partir do uso da bicicleta. Os estilistas também criaram pareôs estampados, maiôs e suéteres. Um acessório que se tornou moda nos anos 30 foram os óculos escuros. Eles eram muito usados pelos astros do cinema e da música. Em 1935, um dos principais criadores de sapatos, o italiano Salvatore Ferragamo, lançou sua marca, que viria se transformar em um dos impérios do luxo italiano. Com a crise na Europa, Ferragamo começou a usar materiais mais baratos, como o cânhamo, a palha e os primeiros materiais sintéticos. Sua principal invenção foi a palmilha compensada. Gabrielle Chanel continuava sendo sucesso, assim como Madeleine Vionnet e Jeanne Lanvin. A surpreendente italiana Elsa Schiaparelli iniciou uma série de ousadias em suas criações, inspiradas no surrealismo. Outro destaque é Mainbocher, o primeiro estilista americano a fazer sucesso em Paris. Seus modelos, em geral, eram sérios e elegantes, inspirados no corte enviesado de Vionnet.


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Como criar sua conta no blogger.


 Olá! Antes de Iniciar a postagem das atividades é necessário que cada grupo tenha um Login no Blogger.
Lembrando que todos do grupo terão acesso a conta blogger e poderão editar a atividade qualquer hora (Dentro do prazo estabelecido pela Professora Taís);

Começando.. 

- Criem um e-mail qualquer e uma conta Google. (g-mail é melhor pois já une os dois passos :) )
2 - Me informem o E-mail do grupo Juntamente com o nome dos Integrantes e do representante.
3 - Entre no e-mail e aceite o convite para postagem do blog. (Se não não há como postar)
4 - O Critério de Postagem é individual de cada grupo, porem, para quem quiser algo mais dinâmico é só utilizar a marcação (ex: GrupoA/GrupoB) E usar Tags(marcadores) para dividir por assuntos, postagens ou integrantes. Isso Fica a critério de vocês.



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Arquitetura


ARQUITETURA
Nos primeiros anos de funcionamento da Bauhaus, apesar dos esforços de Gropius em criar e fazer funcionar um departamento de arquitetura, os cursos iniciados não foram adiante.
Em 1920, a Bauhaus adquiriu um terreno onde Gropius planejava uma urbanização. Foram feitos projetos de urbanização, esboços e modelos das casas de madeira, porém apenas uma casa modelo foi construída.
Num dos projetos de uma casa de madeira, observa-se o plano térreo estranho, apresentando quatro quartos de dimensões quase iguais.
Em 1921, o atelier particular de arquitetura de Gropius recebeu a encomenda de renovação do Teatro Municipal de Iena.
Gropius e Meyer encarregaram-se das alterações do edifício acompanhando o estilo arquitetônico de De Stijl e de Le Corbusier, abandonando o estilo expressionista de blocos adotado na Casa Sommerfeld, fato que marcou a virada na obra arquitetônica de Gropius e também da própria Bauhaus, já que os ateliers da Bauhaus, pintores e escultores, estiveram também envolvidos no projeto através da decoração do interior do teatro.
O Departamento de Arquitetura da Bauhaus só foi inaugurado em 01 de abril de 1927, portanto em 1925 quando se iniciou a construção do edifício da Bauhaus, todo o seu planejamento e execução foi feito por Gropius através de seu escritório particular de arquitetura.
O Edifício Bauhaus em Dessau incluia: o espaçoso bloco de oficinas de 4 andares com a fachada envidraçada, a ala da escola de artes e ofícios e a ala do departamento administrativo num nível superior ligando as outras duas alas.
Foi construído adicionalmente ao projeto original, o edifício atelier, um bloco de 5 andares para os estudantes. O primeiro andar comportava o auditório, o teatro e a cantina, sendo que estes poderiam ser abertos para formar uma área de diversão interligada.
Uma vista aérea do conjunto permite notar as seções bem distintas, ao mesmo tempo que a lógica funcional do conjunto total.
O edifício Bauhaus em Dessau apesar da inspiração puramente funcional atendia ao que foi considerado um “sensacional design artístico” através da  fachada totalmente envidraçada de seu bloco de oficinas virado para a rua. Aos visitantes o conjunto parecia um enorme cubo flutuante, brilhante e transparente, que se à noite revelava-se como um cubo gigante de luz, durante o dia tornava-se um grande refletor da luz do sol.
Tudo no projeto do edifício, desde o mais simples utensílio doméstico ao edifício acabado foi desenvolvido por Gropius e os estudantes e mestres da Bauhaus.

NICOLE CARDOSO

Contexto Histórico


CONTEXTO HISTÓRICO  (BAUHAUS)

O nascer do século 20 foi tal qual uma aurora resplandecente. Esperava-se mais desse período do que jamais se havia esperado de outros. Tanto havia sido conquistado no século anterior, que parecia sensato acreditar que dali em diante os êxitos do mundo em muito superariam os desastres.
O novo momento prometia bastante aos povos europeus, quer ainda habitassem o Velho Mundo ou as longínquas terras colonizadas. Seus filhos poderiam esperar uma educação melhor do que nunca, e o trabalho de crianças de 10 anos em tempo integral, em fazendas e oficinas, já não parecia normal. A vida melhorava, a fome diminuía, as pessoas viviam mais. Os conflitos entre as principais nações da Europa pareciam se extinguir, embora grandes exércitos ainda desfilassem em feriados nacionais. Democracia e liberdade se espalhavam. No entanto, a maior parte de tais benefícios atingia apenas um quarto da população mundial, e não parecia provável que viesse a alcançar a África, a Ásia ou as remotas ilhas do Pacífico.
O século XX foi marcado por um período de mudanças. Com invenções como a lâmpada, o automóvel e o telefone no final do século anterior, a qualidade de vida aumentou para muitos. Juntamente com tais progressos tecnológicos, ninguém podia ter esperado quais mudanças 100 anos teriam no mundo político. Os Estados Unidos tiveram grandes ganhos económicos e políticos; por volta de 1900, os EUA eram a potência industrial líder no mundo em termos de produção. A África, América Central e do Sul e Ásia também gradualmente rumaram a uma maior autonomia. Com a criação de novos estados independentes em ex-possessões europeias, o balanço de poder ao longo do século XX começou a se deslocar para fora da Europa.
Na Europa, mudanças começaram também. O Império Britânico alcançou o ápice de seu poder. Império Alemão e Reino da Itália, que passaram a existir como nações unificadas no final do século XIX, trataram de crescer em poder, economia e influência. Com o nacionalismo à toda a força nesse momento, as potências europeias competiram entre si por terras, força militar e poderio econômico.
A Ásia e a África, para a maioria, ainda estava sob controle de seus conquistadores europeus como consequência do neocolonialismo. Exceções existiram, contudo, como na China e no Japão. Além disso, Japão e Rússia estavam em guerra entre si em 1905. A Guerra- Russa Japonesa foi uma das primeiras instâncias de uma potência europeia caindo perante uma assim chamada "nação inferior". A própria guerra reforçou o militarismo japonês e desenvolveu o crescimento de status do Japão por poder no cenário internacional. A Rússia czarcista, por outro lado, não lidou bem com a derrota. A guerra expôs a fraqueza militar do país e o crescente retrocesso econômico.
Os Estados Unidos foram um elemento de crescente influência na política mundial durante o século XIX. Tornaram sua presença conhecida no cenário mundial desafiando a os espanhóis na Guerra Hispano- Americana, ganhando colônias de Cuba e das Filipinas como protetorados. 
Agora, com crescimento na imigração e uma resolução de uma questão de unidade nacional através da sangrenta Guerra Civil Americana, os EUA estavam surgindo também como uma usina de força industrial, rivalizando com a Grã-Bretanha, Alemanha e França.
Com tal crescimento de poder na Ásia, e especialmente na América do Norte, e com crescente rivalidade entre as potências europeias, o cenário estava preparado para que a política mundial sofreria uma grande reviravolta.
Ficheiro:Coca-Cola logo.svg

Coca-Cola, uma empresa fundada ainda no século XIX, se disseminou no século seguinte, pelos "quatro cantos" do planeta.


CAROLINA QUEIROZ



A influência da Bauhaus na MODA 1919 - 1933 - ...

         
A moda no ínicio do século XX
No século XX, a moda deixa de ser encarada como uma atividade frívola. A moda se democratiza e se torna ao alcance de todos, por causa da industrialização de roupas em grande escala, e, principalmente, devido à difusão feita pelos meios de comunicação em massa.

Em 1906, Poiret inovou afrouxando a silhueta formal da mulher, o espartilho, que dava a famosa forma de "S", liberando muito mais o corpo feminino. Contudo, o espartilho foi abolido em 1910 pelas autoridades de saúde, tendo sido substituído por cintas elásticas. O estilo de roupas retas e simples de Poiret se constitui numa influência decisiva para a moda no século XX, que será marcada por uma tendência generalizada à simplificação.







1 Grande Guerra Mundial e sua influência na Moda

Com a Primeira Guerra Mundial, as sufragistas, as epidemias, o desastre do Titanic e a popularização do cinema mudo, o mundo se transformou, gerando reflexos na moda. Sobretudo as influências da Grande Guerra convencem que a moda está diretamente ligada às modificações que atingem a sociedade em seus vários aspectos, pois a vida social ficou limitada, os espetáculos praticamente desapareceram, as mulheres de classe alta foram convocadas para ajudar em enfermarias, orfanatos e outros setores, e, as de classe mais baixa foram exercer ofícios masculinos em fábricas.

As mudanças na vida social, de certa forma tornaram mais aceitáveis as simplificações antes propostas por Paul Poiret. Nessa época surgiu o soutien, criado por Mary Phelps. A influência oriental veio à tona pelas mãos de Paul Poiret, que inseriu modelos exóticos, mas simples e coloridos. 

Coco Chanel, que criava chapéus exóticos antes da Guerra, introduziu na moda o jérsei, que não amassava. O nome de Chanel aparece pela primeira vez em 1915, quando ela desenhou três modelos de tailleurs.


Muitos materiais novos começaram a ser trazidos para a moda, como a borracha. Essa fusão resultou no primeiro tênis, em 1917, chamado Ked's.




Conceito BAUHAUS

   Bauhaus influenciou a moda com padrões e cortes geométricos com uso de simetria. Os tons mais usados nesse conceito são o azul marinho, os tons pasteis próximos do amarelo e os de pêssego mais quente, combinados a tons mais pesados, como carbono, passando a idéia de modernidade. As cores são forte e em blocos. 
   
   A tendência de Moda Bauhaus é muito utilizada em moda praia e esportiva. O conceito artístico da escola inspirou artistas como: Giorgio Armani, Chanel  e    C. Neeon.







Moda


Bauhaus influenciou a moda com padrões e cortes geométricos com uso de simetria. Os tons mais usados nesse conceito são o azul marinho, os tons pasteis próximos do amarelo e os de pêssego mais quente, combinados a tons mais pesados, como carbono, passando a idéia de modernidade. As cores são forte e em blocos. 

A tendência de Moda Bauhaus é muito utilizada em moda praia e esportiva. O conceito artístico da escola inspirou artistas como: Giorgio Armani, Chanel e C. Neeon.


Filipe Freitas

Pinturas

Altamente influenciada por diversas vanguardas européias, a Bauhaus buscava combater a arte com a própria arte, e nela, a livre criação era fundamental, para que, anos mais tarde, o modernismo e funcionalismo fossem muito utilizados nas mais diversas áreas da arte.

A pintura da Bauhaus foi desenvolvida começando cronologicamente por Lyonel Feininger (1871-1956) e Johannes Itten (1888-1956). Feininger praticou o cubismo e obteve excelentes resultados na técnica da xilografia. Johannes Itten desenvolveu na Bauhaus suas experiências focadas nas propriedades dos materiais que o levaram a decretar a sua teoria dos materiais e texturas. Além disso, partindo da teoria das cores e das formas de seu mestre, Adolf Hölzel, Itten desenvolveu uma teoria geral do contraste como base da expressão criadora. 

Durante o período de Weimar, foi muito mais romântica, com a integração na escola de Georg Muche (1920), Paul Klee e Oskar Schlemmer (1921), e de Wassily Kandinsky (1922).



Lyonel Feininger, Gross Kromsdorf I - 1915



Wassily Kandinsky - Composición VIII - 1923



Composition II in Red, Blue and Yellow - 1930




João Ribeiro



Referências:

  • http://en.wikipedia.org/wiki/Wassily_Kandinsky
  • http://irarrazaval.com/blog/?p=85
  • http://es.wikipedia.org/wiki/Pintura_de_la_Bauhaus

Produto Século XX

Produto Século XX


O Design de produto, dada a sua relação com os processos de produção industriais e sua origem na Revolução Industrial, começa a se delinear no Século XIX, especialmente com os textos teóricos ligados ao movimento Arts & Crafts que enxergava na produção artística um guia para a produção industrial. Da mesma forma que o Design Visual, porém, ele ganha maturidade e sofre uma profunda revolução com as experiências feitas na Bauhaus, no início do Século XX, praticamente definindo a noção atual da profissão.

No século 20 com a influencia da Bauhaus os produtos começaram a ser feitos de modo que a funcionalidade fosse mais importante do que a estética do produto, mas não esquecendo a estética.

A Bauhaus ligava-se ao pensamento do movimento da reforma da vida na virada do século 19 para o 20, que se separava especialmente da cultura da habitação. O bolor do século 19 com seus móveis pesados em quartos escuros seria substituído por uma nova forma de morar. Em ambientes claros, as pessoas modernas do século 20 desenvolveriam novas formas de vida .

Marcel Breuer, desde 1920, era aluno na Bauhaus, e se tornou em 1925 mestre da oficina de metal. Com o desenvolvimento do mobiliário em tubo metálico, ele conseguiu a ruptura na direção do mobiliário funcional, além da produção em massa dos produtos. Provavelmente inspirado na construção curvada do guidão de sua bicicleta, Breuer começou a estabelecer relações com as cadeiras Thonet.
Marcel Breuer, Cadeira B3 1925
    
A vantagem da maior resistência do tubo de aço foi unida a material tensionado (trançado, tecido, couro). Com isto conseguiu desenvolver um tipo totalmente novo de assento, cujo princípio foi logo aplicado a mesas, armários, estantes, escrivaninhas, camas ou a outros móveis combinados.


Referências:


Tarcísio Ruan

Peça Gráfica - Capa de Caderno Bauhaus


Esculturas


Esculturas do Século XX

Influenciada pelas vanguardas, a escultura passou a adotar novas linguagens, sendo a mais marcante as obras abstratas, que diferente das esculturas clássicas, não visavam a reprodução fiel do ser humano, e sim simplificação a figura humana, representada apenas por traços essenciais ou estilizada que expressam mais a intensão do artista e da abertura a uma leitura única de seu observador.
Acompanhando o desenvolvimento industrial e tecnológico, os artistas passaram também a utilizar novos materiais nas suas obras. Materiais reciclados, metais, vidros entre outros. Além disso, as dimensões de suas esculturas também puderam alcançar um novo patamar. Esculturas imensas, capazes de preencher salas inteiras.

Henri Moore, Grande Figura Estendida, 1938

Dentre os grandes nomes das esculturas modernas, deve-se ressaltar a importância de Rodin, Jean Arp e Alberto Giacometti.
No desenvolvimento da sua arte de esculpir "formas" e "não-formas", Arp apagou todos os pormenores figurativos, materializando o desejo de "unir as curvas das mulheres às encostas das colinas".
Já a obra de Giacometti - inicialmente marcada por especulações surrealistas, abstratas e cubistas - simboliza o eterno retorno à natureza, onde se projetam as suas figuras simples e esguias que adquirem uma grandeza intensa nesse confronto "com o vazio grande e profundo no qual elas gesticulam, se exterminam, anulam" (Giacometti).

Constantin Brancusi, Sleeping Muse, 1910


Referencias
<http://artesecxx.tripod.com/escultura.htm> acesso em 13/08/2012 às 15:59
<Breve História das Esculturas, http://www.cccv.org.br/galeria/vilar/escultura.htm > acesso em 13/08/2012 às 16:32
<Escultura Pós Modernna, http://www.macvirtual.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo6/escultura.html > acesso em 13/08/2012 às 12:38

Henrique F. Sampaio